Faltando ainda cerca de um ano e meio para o início oficial da sucessão para a Prefeitura de Uberaba, os partidos já começam a se movimentar e preparar as candidaturas. Caso do PCdoB, que, em reunião no sábado (9) do diretório estadual, definiu como prioridade máxima da legenda para este ano a preparação para o lançamento de Candidatos a Prefeitura em Belo Horizonte, Contagem, Juiz de Fora e Uberaba
De acordo com um dos dirigentes do partido, o sindicalista Marcos Genari, o partido classifica como fundamental que Uberaba seja comandada por um projeto de esquerda. O atual prefeito Anderson Adauto (PMDB) foi eleito com uma ampla aliança de partidos, em uma coligação inédita na cidade. Segundo Genari, nas eleições de 2008 o PCdoB foi prejudicado, pois apesar de ter a Presidência da Câmara não conseguiu contribuir de forma desenvolvimentista junto ao atual Governo.
Segundo o Presidente do partido em Uberaba, Zuzu, além da disputa pela Prefeitura de Uberaba, o partido pretende se organizar para lançar uma chapa competitivas de vereadores e agora que aceitamos a demanda do Comitê Estadual vamos nos reunir e na conferência em julho, definimos o nome do candidato a Prefeito de Uberaba.
E o vereador Lourival dos Santos diz que nas eleições de 2008, O PCdoB obteve uma significativa votação, acabou ficando na lista entre os partidos mais votados e acrescentou o PCdoB teve um aumento considerável de votos na disputa de 2010 em relação às eleições majoritárias do ano anterior. Nesse período, o partido viu seus votos aumentar em 98,1%. Na Assembléia Legislativa, a bancada do PCdoB passou de um para dois deputados e não se alterou em Brasília, onde o partido reelegeu Jô Moraes para um novo mandato, o que dá ao Partido uma boa perspectiva de disputa eleitoral, em 2012.
Comitê Municipal do Partido Comunista do Brasil - Rua Dr. Luís de Paula, 81, Centro Uberaba (MG) E-mail: pcdobuberaba@hotmail.com
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
No embalo da Capoeira, Hip-Hop e Samba, Wadson Ribeiro lança sua Campanha em Uberaba.
Por, Sumayra Oliveira
O Berimbau, o Rap e o Tamborim encontraram-se na noite de quinta-feira (12) para festejarem o lançamento da Campanha de Wadson Ribeiro, um jovem mineiro com referências constituídas no movimento estudantil, foi do Diretório Acadêmico de Medicina da UFJF, chegando à presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE) e, também, da União da Juventude Socialista (UJS).
Em 2007, quando tinha apenas 30 anos, Wadson foi convidado pelo presidente Lula para ser o secretário-Executivo do Ministério do Esporte. Com isso, Lula apostou na juventude com esse convite. No ministério, Wadson cumpriu papel fundamental para trazer para o Brasil a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Ainda coordenou a implementação de importantes programas sociais que incluíram milhões de crianças e adolescentes através do esporte, como o Programa Segundo Tempo, onde Uberaba foi atendida pelo Wadson enquanto secretário, com a ampliação do programa a 6 mil crianças.
Estiveram presentes no Lançamento da campanha, o Grupo de Copeira Águia Branca, um importante Ponto de Cultura na cidade de Uberaba, que encabeçam a movimento da Capoeira ser um esporte olímpico. Segundo o Mestre Café; “Wadson Ribeiro é a pessoa certa para a capoeira ter seu lugar ao pódio, ele (Wadson) como o Lula, fez muito pela capoeira reconhecendo-a como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.”
Ainda o grupo de Samba e Hip-Hop da comunidade do Residencial 2000 também fizeram presentes, juntamente com União da Juventude Socialista (UJS) que é a maior força organizada de jovens no bairro, onde o Presidente David Silva que é do local, afirma: “Se depender da juventude do 2000, Wadson está eleito”. Mais de 200 pessoas circularam nessa festa de diversidade cultural, esportiva, e como diz Wadson Ribeiro; de política com P maiúsculo.
Wadson Ribeiro diz estar confiante no eleitor de Uberaba, e que ser de Juiz de Fora não atrapalha, afirma que essa história de candidato ter que ser da cidade, é da política passada: “Em Minas Gerais temos 853 municípios e são eleitos 53 deputados no Estado, então 800 cidades ficariam sem representação?” Wadson aposta na vitalidade da sua juventude, na força de ser mineiro e no apoio do Presidente Lula e da candidata à Presidência da República Dilma Roussef.
O jovem mineiro de 33 anos começou bem sua campanha em Uberaba, e pode ser uma grande surpresa nas urnas da terra de Major Eustáquio. Lideranças como, o Presidente da Câmara Municipal de Uberaba o vereador Lourival dos Santos, o representante do Ministério dos Esportes, Samir Messias e o Presidente do PCdoB de Uberaba, Zuzu, foram os ciceronimos do candidato no lançamento, e pelo que tudo indica serão sua voz, em Uberaba na campanha. Ainda estiveram presentes no evento, o Presidente do PT de Uberaba, Fábio Maciotti, o Presidente do PRB, Eurípedes Craide e o Presidente da Fundação Maurício Grabois e secretário de Formação do Comitê Central do PCdoB Adalberto Monteiro.
domingo, 11 de abril de 2010
PCdoB-PT, aliança para vencer
O PCdoB, ao anunciar apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, oferece uma militância aguerrida e lideranças institucionais para trabalhar na campanha eleitoral. Por outro lado, ao se associar à candidatura Dilma, o PCdoB se beneficia com um projeto de governo – de avançar nas conquistas sociais - que representa a luta dos comunistas. Mas isso não é novidade para uma aliança entre os dois partidos – PCdoB e PT – que vem desde 1989. (Veja galeria de imagens)
“É um processo natural, não tem invenção, não tem novidade”, avalia o líder do Bloco de Esquerda (PSB-PCdoB-PMN-PRB), Daniel Almeida (PCdoB-BA), candidato à reeleição para deputado federal. Para ele, essa é uma parceria em que todos ganham.
Nos momentos que antecederam o ato político de apoio à pré-candidatura de Dilma, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, as lideranças comunistas chegavam ao Centro de Convenções manifestando a opinião de que aquele era um momento de fortalecimento e crescimento da esquerda brasileira. Eles também avaliam que a união dos partidos traz benefícios para os dois com a eleição de Dilma a presidente e a ampliação da representação dos comunistas no Legislativo e cargos majoritários.
Para o deputado e candidato a governador do Maranhão, Flávio Dino, o apoio do PCdoB a Dilma e vice-versa faz justiça a trajetória da aliança mais duradora da política brasileira de todos os tempos, que é a aliança entre o PT e o PCdoB, que nasceu em 1989, e agora será confirmada na quinta aliança sucessiva. Ele lembra que na história da república brasileira, não houve aliança tão duradoura e tão bem sucedida entre dois partidos. “É um momento muito bom para a esquerda brasileira”, avalia.
De acordo com o cantor e vereador do PCdoB de São Paulo, Netinho, que vai disputar uma vaga ao Senado, “dizer para a nossa militância, que é garrida e consciente, que essa é a mulher que escolhemos para governar o país, é a maior contribuição que podemos dar e ela sabe desse valor, porque não é à toa que vem ela, vem o Lula e o José Alencar (vice-presidente). Não são todos os partidos (aliados) que conseguiram isso.”
Por outro lado, ele avalia que “os nossos candidatos se beneficiam ao estar ao lado dela e das mensagens que ela tem para passar”. Ele lembra que junto a Dilma estará o Presidente Lula “e nós vamos nos beneficiar dessas figuras que conseguiram conduzir o país a um bom nível de satisfação da nossa população”, destacando que “as conquistas do Governo Lula são contribuições do PCdoB e o que vem a seguir será fruto do que foi concebido por nós do PCdoB.”
Oportunidade para as mulheres
A candidata a deputada federal pelo PCdoB do Rio de Janeiro, Jandira Feghali, destacou as qualidades de Dilma como conhecedora da realidade do Brasil, representante do governo que avançou nas questões sociais e capaz de travar um bom debate, como elementos que ajudam a fazer a defesa desse projeto. “E nós podemos ajudá-la muito porque temos lideranças representativas do movimento social”, lembrou.
Líder do movimento de mulheres nos mandatos que cumpriu na Câmara Federal, Jandira vê na candidatura Dilma “uma oportunidade impar para as mulheres levantarem bandeiras próprias das questões de gênero".
As lideranças do Rio de Janeiro, Bahia e Amazonas, acreditam que a campanha de Dilma será vitoriosa. Para isso contam com os números favoráveis à candidata. No Rio, tanto a prefeitura do Rio como o governo do estado se compõem no campo da Dilma, o que ajuda muito, lembra Jandira. Daniel Almeida diz que na Bahia, ela é vista como a gestora de todos os programas sociais, como Luz para Todos e Minha Casa, Minha Vida, que melhoraram a qualidade de vida do brasileiro, o que torna muito fácil fazer a relação entre a popularidade do governo Lula com a candidatura Dilma.
Os dois principais candidatos do PCdoB no estado do Amazonas, a deputada federal Vanessa Grazziotin, que concorre a uma vaga no Senado, e o deputado estadual Eron Bezerra que concorre a uma vaga na Câmara Federal, também comemoram o fato de Dilma já está a frente do candidato tucano José Serra naquela região, na proporção de 45% a 20% nas pesquisas de intenção de votos.
Eles avaliam que para a região amazônica, a candidatura Dilma consolida a visão do projeto nacional que tem como preceito o desenvolvimento da região. Eron diz que a Zona Franca de Manaus é o modelo emblemático dessa situação, lembrando que ela quase foi liquidada pelo governo neoliberal de FHC, que reduziu de 90 mil para 20 mil os empregos e hoje, após os oitos anos do Governo Lula, retomou para 110 mil operários.
“Para a Amazônia a candidatura representa a consolidação dessa visão nacional de desenvolvimento de incorporação das regiões mais atrasadas à economia nacional e superação das desigualdades regionais”, afirma Eron, acrescentando que “isso nos ajuda enormemente porque vamos lutar pelo projeto de grande apelo nacional que são os dos programas sociais. Ter alguém que defende essa bandeira é fundamental quando tem no outro polo a política neoliberal”.
DNA do PCdoB
Para a vice-presidente do PCdoB e ex-prefeita de Olinda (PE), Luciana Santos, que vai concorrer ao mandato de deputada federal, no apoio do PCdoB à candidatura Dilma, “o essencial é o seu conteúdo, as bandeiras que ela vai carregar”, lembrando que “o PCdoB dá consistência a essas bandeiras não só pela história de contribuição a luta do povo brasileiro, mas porque sempre foi propositivo no caminho que o Brasil está hoje percorrendo. Isso tem o DNA do PCdoB”, diz, em referência às conquistas dos oitos anos do governo Lula.
“Para nós, a Dilma representa o caminho que queremos para o país. O nosso objetivo estratégico é a construção do socialismo, mas nos entendemos que existe necessidade de construir uma avenida que será o novo projeto desenvolvimentista. Não há nenhuma candidatura que possa expressar melhor isso não só pelo que representa de continuidade do governo Lula, mas pelo aprofundamento das bandeiras mais progressistas, aquilo que o governo Lula ainda não foi capaz de fazer”, avalia Luciana Santos.
Em Pernambuco, ela acredita que não haverá dificuldade em mostrar ao eleitor, na campanha plebiscitária que o Partido defende, a diferença entre o que foi o projeto neoliberal de FHC e o que foram os oito anos de experiência do governo Lula. ‘É o que vai ficar na boca do povo”, garante.
Manuela D´Ávila, que concorre à reeleição para deputada federal pelo Rio Grande do Sul, também não vê dificuldades na campanha eleitoral junto à candidatura de Dilma Roussef. Ela lembrou que “Dilma tem uma relação grande com Porto Alegre e o Rio Grande, porque foi secretária da nossa Capital e nosso estado, construiu carreira política no momento da redemocratização do País”, acrescentado que “fazer campanha para ela não é apresentar alguém para o povo, é fazer o povo reencontrar alguém já conhecido”, diz.
O candidato a governador do Distrito Federal pelo PCdoB, Messias de Sousa, que concorre nas eleições indiretas do próximo dia 17 e nas eleições de outubro, faz avaliação semelhante às dos demais companheiros de Partido. Para ele, “a candidatura Dilma representa avanços das conquistas obtidas até aqui pelos dois governos Lula. Nesse sentido, o projeto de Dilma, que é avançar nas conquistas, vai reforçar em muito o papel dos comunistas na disputa eleitoral e os comunistas que defendem esses projetos de transformação que vem sendo implementados no país vão, com sua garra, sua militância e crescimento da presença política eleitoral, ajudar muito a eleição da companheira Dilma”, conclui.
Por Márcia Xavier, com fotos de Luiz Alves
“É um processo natural, não tem invenção, não tem novidade”, avalia o líder do Bloco de Esquerda (PSB-PCdoB-PMN-PRB), Daniel Almeida (PCdoB-BA), candidato à reeleição para deputado federal. Para ele, essa é uma parceria em que todos ganham.
Nos momentos que antecederam o ato político de apoio à pré-candidatura de Dilma, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, as lideranças comunistas chegavam ao Centro de Convenções manifestando a opinião de que aquele era um momento de fortalecimento e crescimento da esquerda brasileira. Eles também avaliam que a união dos partidos traz benefícios para os dois com a eleição de Dilma a presidente e a ampliação da representação dos comunistas no Legislativo e cargos majoritários.
Para o deputado e candidato a governador do Maranhão, Flávio Dino, o apoio do PCdoB a Dilma e vice-versa faz justiça a trajetória da aliança mais duradora da política brasileira de todos os tempos, que é a aliança entre o PT e o PCdoB, que nasceu em 1989, e agora será confirmada na quinta aliança sucessiva. Ele lembra que na história da república brasileira, não houve aliança tão duradoura e tão bem sucedida entre dois partidos. “É um momento muito bom para a esquerda brasileira”, avalia.
De acordo com o cantor e vereador do PCdoB de São Paulo, Netinho, que vai disputar uma vaga ao Senado, “dizer para a nossa militância, que é garrida e consciente, que essa é a mulher que escolhemos para governar o país, é a maior contribuição que podemos dar e ela sabe desse valor, porque não é à toa que vem ela, vem o Lula e o José Alencar (vice-presidente). Não são todos os partidos (aliados) que conseguiram isso.”
Por outro lado, ele avalia que “os nossos candidatos se beneficiam ao estar ao lado dela e das mensagens que ela tem para passar”. Ele lembra que junto a Dilma estará o Presidente Lula “e nós vamos nos beneficiar dessas figuras que conseguiram conduzir o país a um bom nível de satisfação da nossa população”, destacando que “as conquistas do Governo Lula são contribuições do PCdoB e o que vem a seguir será fruto do que foi concebido por nós do PCdoB.”
Oportunidade para as mulheres
A candidata a deputada federal pelo PCdoB do Rio de Janeiro, Jandira Feghali, destacou as qualidades de Dilma como conhecedora da realidade do Brasil, representante do governo que avançou nas questões sociais e capaz de travar um bom debate, como elementos que ajudam a fazer a defesa desse projeto. “E nós podemos ajudá-la muito porque temos lideranças representativas do movimento social”, lembrou.
Líder do movimento de mulheres nos mandatos que cumpriu na Câmara Federal, Jandira vê na candidatura Dilma “uma oportunidade impar para as mulheres levantarem bandeiras próprias das questões de gênero".
As lideranças do Rio de Janeiro, Bahia e Amazonas, acreditam que a campanha de Dilma será vitoriosa. Para isso contam com os números favoráveis à candidata. No Rio, tanto a prefeitura do Rio como o governo do estado se compõem no campo da Dilma, o que ajuda muito, lembra Jandira. Daniel Almeida diz que na Bahia, ela é vista como a gestora de todos os programas sociais, como Luz para Todos e Minha Casa, Minha Vida, que melhoraram a qualidade de vida do brasileiro, o que torna muito fácil fazer a relação entre a popularidade do governo Lula com a candidatura Dilma.
Os dois principais candidatos do PCdoB no estado do Amazonas, a deputada federal Vanessa Grazziotin, que concorre a uma vaga no Senado, e o deputado estadual Eron Bezerra que concorre a uma vaga na Câmara Federal, também comemoram o fato de Dilma já está a frente do candidato tucano José Serra naquela região, na proporção de 45% a 20% nas pesquisas de intenção de votos.
Eles avaliam que para a região amazônica, a candidatura Dilma consolida a visão do projeto nacional que tem como preceito o desenvolvimento da região. Eron diz que a Zona Franca de Manaus é o modelo emblemático dessa situação, lembrando que ela quase foi liquidada pelo governo neoliberal de FHC, que reduziu de 90 mil para 20 mil os empregos e hoje, após os oitos anos do Governo Lula, retomou para 110 mil operários.
“Para a Amazônia a candidatura representa a consolidação dessa visão nacional de desenvolvimento de incorporação das regiões mais atrasadas à economia nacional e superação das desigualdades regionais”, afirma Eron, acrescentando que “isso nos ajuda enormemente porque vamos lutar pelo projeto de grande apelo nacional que são os dos programas sociais. Ter alguém que defende essa bandeira é fundamental quando tem no outro polo a política neoliberal”.
DNA do PCdoB
Para a vice-presidente do PCdoB e ex-prefeita de Olinda (PE), Luciana Santos, que vai concorrer ao mandato de deputada federal, no apoio do PCdoB à candidatura Dilma, “o essencial é o seu conteúdo, as bandeiras que ela vai carregar”, lembrando que “o PCdoB dá consistência a essas bandeiras não só pela história de contribuição a luta do povo brasileiro, mas porque sempre foi propositivo no caminho que o Brasil está hoje percorrendo. Isso tem o DNA do PCdoB”, diz, em referência às conquistas dos oitos anos do governo Lula.
“Para nós, a Dilma representa o caminho que queremos para o país. O nosso objetivo estratégico é a construção do socialismo, mas nos entendemos que existe necessidade de construir uma avenida que será o novo projeto desenvolvimentista. Não há nenhuma candidatura que possa expressar melhor isso não só pelo que representa de continuidade do governo Lula, mas pelo aprofundamento das bandeiras mais progressistas, aquilo que o governo Lula ainda não foi capaz de fazer”, avalia Luciana Santos.
Em Pernambuco, ela acredita que não haverá dificuldade em mostrar ao eleitor, na campanha plebiscitária que o Partido defende, a diferença entre o que foi o projeto neoliberal de FHC e o que foram os oito anos de experiência do governo Lula. ‘É o que vai ficar na boca do povo”, garante.
Manuela D´Ávila, que concorre à reeleição para deputada federal pelo Rio Grande do Sul, também não vê dificuldades na campanha eleitoral junto à candidatura de Dilma Roussef. Ela lembrou que “Dilma tem uma relação grande com Porto Alegre e o Rio Grande, porque foi secretária da nossa Capital e nosso estado, construiu carreira política no momento da redemocratização do País”, acrescentado que “fazer campanha para ela não é apresentar alguém para o povo, é fazer o povo reencontrar alguém já conhecido”, diz.
O candidato a governador do Distrito Federal pelo PCdoB, Messias de Sousa, que concorre nas eleições indiretas do próximo dia 17 e nas eleições de outubro, faz avaliação semelhante às dos demais companheiros de Partido. Para ele, “a candidatura Dilma representa avanços das conquistas obtidas até aqui pelos dois governos Lula. Nesse sentido, o projeto de Dilma, que é avançar nas conquistas, vai reforçar em muito o papel dos comunistas na disputa eleitoral e os comunistas que defendem esses projetos de transformação que vem sendo implementados no país vão, com sua garra, sua militância e crescimento da presença política eleitoral, ajudar muito a eleição da companheira Dilma”, conclui.
Por Márcia Xavier, com fotos de Luiz Alves
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